09/06/14

A melhor maneira de viajar é sentir*


O silêncio por aqui tem sido maior do que desejava. Entre tantas tarefas (e apenas 24 horas em cada dia), há que definir prioridades e a verdade é que escrever neste espaço tem ficado para último plano. Nestas semanas de silêncio por aqui, acumulei quilómetros e mais quilómetros de estrada, com chuva, com sol, com arco-íris, a ver nascer e pôr o sol. Registei sorrisos e gargalhadas cheias de vida. Partilhei preocupações, angústias, dificuldades. Ouvi em sussurro ou em forma de grito sonhos, desejos, anseios. Ajudei a criar projetos e a fazer (re)nascer a esperança. Facilitei contactos, (re)encontros, partilhas. Mas mais do que isso tudo, fiz muitas viagens ao centro de mim mesma. Questionei-me. Chorei. Sorri. Dancei. Conheci e reencontrei pessoas que me fizeram crescer. E senti e vivi tudo intensamente. Porque essa é mesmo a melhor viagem que posso fazer.

[Um dia escrevo todas estas viagens num livrinho assim. Simples.]



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