30/12/13

Um novo ano...


...pode ser uma metáfora de recomeço. Cada um de nós vive e sente o início de um novo ano de formas diferentes. Há quem encare este (re)início como um motivo de celebração e de festa, há quem sinta tristeza, há quem defina uma lista de objetivos, há quem não pense em nenhum. Há quem cumpra rituais e há também quem viva este momento como um dia igual a todos os outros. Cada um de nós é um mundo, logo, a forma como encaramos um novo ano no calendário é, também ela, um mundo de possibilidades. E ainda bem que assim é!
Embora não o encare dessa forma (o meu tempo é contado mais a partir do dia do meu aniversário e em função do ano letivo), gosto da ideia de que um ano novo pode, na realidade, representar um começo para muitas pessoas e, nesse sentido, trazer consigo uma dose inspiradora de esperança e novas energias. Gosto, acima de tudo, da ideia de celebrar a vida e de fazer planos, sejam eles individuais, de casal, de família, de equipa... No fundo, são os planos (ou objetivos) que dão sentido à nossa vida. Aliás, um dos fatores de motivação e de alegria na velhice é precisamente o estabelecimento de objetivos (vejamos o excecional exemplo do realizador Manuel de Oliveira, que aos 105 anos de vida continua a definir e a ter bem claro o que quer continuar a fazer!).
A este nível há muito a dizer, mas a verdade é que estes dias são de tranquilidade, de tempo que passa mais devagar... e, por isso, vou apenas deixar os meus votos sinceros de um excelente 2014. Que cada dia seja vivido intensamente, com foco no presente sem deixar de vista o futuro!

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