17/09/16

Não estamos sozinhos


Parece impossível, mas já estamos de novo em setembro… malas feitas para muitos, despedidas, ansiedade, borboletas na barriga, medo, excitação, curiosidade…  Entre alunos, pais, professores, técnicos e todos aqueles que de alguma forma estão ligados à escola, setembro é um mês único, de recomeço, em que tudo parece cheirar a novo. Também eu vivo este mês com uma emoção especial, este ano e a partir de agora ainda mais, porque vai ficar associado ao nascimento da minha segunda filha. Enquanto ainda a espero, confesso que me faz falta o regresso, os reencontros, a descoberta de novos rostos, o início da construção de novas relações. Quem vive (n)a escola sabe do que falo: todos os anos é diferente, não há rotina nem monotonia!
Pensei muito no que me apetecia escrever para iniciar este ano. São tantos os temas, tantas as histórias e as possibilidades… mas como este ano é diferente e o tempo ainda mais propício à reflexão e a alguma nostalgia própria do estado de graça, tenho-me lembrado das pessoas com quem me tenho cruzado e que vão deixando marca na minha própria história. Para além do meu trabalho como mediadora na escola, grande parte do meu tempo tem sido dedicado à formação. Nos últimos anos tenho percorrido grande parte do país e conhecido muitas escolas e professores. É muito frequente na primeira sessão sentir desânimo, cansaço, um certo sentimento de solidão. Há quem seja mais expressivo e o manifeste explicitamente de forma às vezes quase agressiva. Há quem se feche na sua concha, se remeta ao silêncio e apenas o diga pelo olhar ou postura. Há quem aos poucos vá dizendo como se sente. É neste momento que muitos olhares se encontram. Partilha-se pouco a solidão que tantas vezes se sente na escola. É fácil disfarçar este sentimento num espaço cheio de gente e de ruído. Mas ele pode ser tão marcante que cada vez mais é importante estarmos atentos para o “ouvir”. Lembro-me de como o meu filho, nos primeiros dias de escola, me dizia como se sentia sozinho. Eu respondia-lhe: “eu sei, mas tens muita gente ao pé de ti filho (e enumerava a professora, as auxiliares e os colegas), não estás sozinho”. Ao que ele me respondia e desarmava completamente nos seus 3 anos: “mas eu estou sozinho com tanta gente”. Também frequentemente encontro professores que se sentem “sozinhos com tanta gente”, por muitos motivos (muitos deles até pessoais, mas desses não falarei aqui), nomeadamente por sentirem que são os únicos a falar determinada linguagem, a acreditar que a escola pode ser um espaço diferente, a querer outra escola. Quando ouvem outros colegas que sentem e desejam o mesmo, é fascinante poder ver a mudança no olhar, na atitude, no discurso. É como se descobrissem que não estão sozinhos, que ainda há esperança, que não “são loucos”, como dizem tantas vezes com um humor fantástico. E aí ganham uma nova força, uma maior vitalidade, uma crescente cumplicidade com os colegas (mesmo quando já se conhecem há muitos anos). Apesar de pensarmos que a escola é um local de partilha (e é, obviamente!), a verdade é que muitas vezes nos fechamos e não partilhamos com os colegas o que sentimos e o que desejamos, num infinito de possibilidades que (sim, ainda!) estão ao nosso alcance. É essa partilha que me falta por estes dias e que tantas vezes tenho o privilégio de facilitar e observar que vos desejo para este ano.
Que seja um ano de encontro com o outro, seja vosso colega, aluno ou familiar. Ou convosco próprios. De encontro e partilha. Acredito que, graças a esse(s) encontro(s), a escola será um espaço melhor para todos!
 
Artigo publicado no ComRegras
 
 

31/07/16

Liderança Positiva e Coaching na Escola

No âmbito das oficinas de formação que tenho vindo a dinamizar sobre "Liderança Positiva e Coaching na Escola" (que contam já com 6 edições concluídas), o Centro de Formação da Rede de Cooperação e Aprendizagem desafiou-me a coordenar a organização de um Seminário, que decorreu na Escola Secundária Domingos Sequeira, em Leiria, sob o mote "Liderança Positiva em Ambiente Escolar".
Foi um dia dedicado à reflexão, à partilha de experiências e ao debate sobre várias questões, nomeadamente Comunicação Positiva, Coaching e Gestão do Tempo. Mais esta iniciativa só foi possível graças à presença de pessoas altamente inspiradoras, como Alexandra Lemos (Premium Coaching), Ângela Coelho (Family Coaching), Miguel Leite (AwaChoice) e Sílvia Barros (Chapitô), bem como devido ao desafio que me foi confiado pelo Dr. António Rodrigues. Obrigada a todos!





30/07/16

Um projeto que muda vidas

Das muitas coisas boas que tenho encontrado ao longo do meu percurso como profissional, este projeto é, sem dúvida, um dos mais especiais e com um significado que é difícil explicar. Ou talvez seja até muito fácil. A verdade é que às vezes o mais simples é simultaneamente o mais complexo. O Vidas Ubuntu é um projeto de verdade, de amor, de compromisso com o outro, de aceitação, de reconhecimento. E é um projeto tão marcante para todos os que com ele tiveram o privilégio de se cruzar sobretudo pelas pessoas que lhe dão vida. As organizações, as equipas, os projetos só são o que são precisamente por isso: pelas pessoas que os vivem. Como Mediadora, tive a oportunidade de ter pela segunda vez a equipa do projeto Vidas Ubuntu na minha escola neste ano letivo e foi, uma vez mais, arrebatador. Aquilo que nos une levou a que tivesse sido convidada para partilhar a minha experiência e a ligação entre a mediação de conflitos na escola e as histórias de vida, no Encontro Final, que decorreu em Lisboa, em abril. Fica o registo desse momento especial num dia altamente emotivo para todos os que o partilharam.
 
[o maior agradecimento vai para os miúdos, para os nossos alunos, que se entregaram de forma tão genuína e partilharam connosco sonhos e sofrimentos, levando-nos a crescer e a aprender tanto com eles!]


 
 
 
 
 




Fotografia e vídeo: Vidas Ubuntu

28/04/16

Imperfeições

Lembro-me da primeira vez que estive com pais depois de ser mãe. Do pânico que senti. De fazer o caminho todo a pensar "mas o que é que eu vou dizer a outros pais e mães, como eu? quem sou eu para ir dizer o que e como fazer? eu, uma mãe tão imperfeita...". Lembro-me que quando cheguei ainda não sabia o que ia dizer. E que depois partilhei, honestamente, o que sentia. Que as teorias nos escapam todas quando passamos pela experiência. Mas ainda assim nos ajudam a encontrar um rumo, uma orientação. A perceber melhor por onde queremos ir e que pais e mães queremos ser. Mesmo que o caminho tenha sempre tantas dúvidas, angústias e incertezas. Ainda hoje, sempre que vou trabalhar com pais faço a viagem a pensar nisto. E procuro partilhar o quão é natural e saudável sermos imperfeitos, termos inquietações e inseguranças. Todos as temos. E não há ninguém que nos possa ensinar o que é isto de ser pai e mãe. Mas podemos partilhar e refletir em conjunto. Foi isso que me desafiaram a ir fazer a Santa Marta de Penaguião, no início de abril. E foi tão bom que não posso descrever. O momento em que duas adolescentes cantaram uma música com letra escrita por uma mãe, sobre a importância das regras no desenvolvimento, foi muito emotivo e é daqueles que vai ficar sempre comigo.
Obrigada, muito obrigada, a todos os que fazem acontecer estes momentos pelo país fora (às vezes contra tudo e contra todos) e, dessa forma, me fazem também crescer e evoluir como mãe.





27/04/16

Escutar: há forma de aprender?

«A escola tem de aprender a escutar quem não escuta, para ensinar a todos a arte de ouvir.»
(Gabriel Perissé)


A escola é feita de pessoas. Habitada. Construída. Partilhada. Passamos (adultos e crianças) na escola muito mais tempo atualmente do que passamos com a nossa família. É por isso (e por muito mais, eu acredito) que a escola é, também, família. A escola pode ser, e é muitas vezes, a família de tantos. E dizemos que não deve e não pode ser. Desejávamos que não fosse. Mas é. Espaço de conforto, de compreensão, de acolhimento, de encontro, de afeto. Claro que pode ser tudo o contrário também, e isso é aquilo que mais ouvimos, mas prefiro e quero falar do que se fala tão pouco e que é a verdadeira natureza e força da escola: as pessoas. Aquelas que estão em sofrimento, por tantos motivos, e que dia após dia continuam a entrar na escola com um sorriso. E ao nosso lado, muitas vezes, está quem mais precisa de um abraço, de um mimo, de uma atenção, de uma palavra "mágica". Porque todos precisamos: alunos, professores, funcionários, técnicos. Somos todos pessoas, antes (durante e depois) de todos os cargos, funções ou designações que nos põem no currículo. Todos precisamos de sentir que alguém nos viu, que compreendeu o nosso sofrimento num olhar mais baço, na procura de um abraço mais demorado, num andar mais lento, numa resposta mais evasiva, num silêncio inesperado, até na nossa ausência... Todos queremos ser compreendidos.
E se "ouvir o sofrimento é um ingrediente essencial para gerar compreensão e amor" (Thich Nhat Hanh), o que estamos a fazer a este propósito na escola? Será que (nos) ouvimos o suficiente? Este é um dos temas que costumo trabalhar em contexto de formação e na mediação e sobre o qual muitas pessoas me perguntam: “mas pode-se aprender a escutar?”. Eu costumo responder que não devia ser preciso, na verdade era bom que não houvesse essa necessidade. A questão é que vivemos num mundo cheio de ruídos (à nossa volta e dentro de nós), o que nos afasta da vontade e da disponibilidade para ouvirmos os outros (e até para nos ouvirmos a nós próprios em primeiro lugar!). E por isso sim, pode-se e deve-se urgentemente, na minha opinião, aprender (logo, ensinar) a escutar, tal como fazemos na Mediação de Conflitos, em que a escuta ativa é uma das técnicas fundamentais para a resolução ou transformação do conflito. A este propósito recordo Carl Rogers, com esta belíssima e profunda reflexão, com a qual penso que nos identificamos se já fomos ouvidos e compreendidos a este nível: «quase sempre, quando uma pessoa se dá conta de que foi ouvida a um nível profundo, os seus olhos enchem-se de lágrimas. Penso que, de certa forma, a pessoa chora de alegria. É como se dissesse: “graças a deus que alguém me escutou’. Alguém que sabe o que significa ser eu.” Nesses momentos, imagino um prisioneiro numa masmorra, a emitir diariamente uma mensagem em código morse: “Alguém me ouve? Está aí alguém?” Até que, por fim, um dia ele ouve umas pancadinhas distantes que soletram a palavra: “Sim”. Com essa simples resposta, ele é libertado da sua solidão e torna-se novamente um ser humano.»
Podem dar-nos muitas estratégias, implementar muitos planos, alterar currículos e metas, tirar ou acrescentar exames (e todas estas questões são importantes, não digo o contrário!), mas o mais importante é o que somos e o que fazemos com o que somos, é isso que, em minha opinião, gera mudança e é isso que falta nas escolas, hoje. Falta cada vez mais foco no essencial: envolvimento, disponibilidade, ação e mais compreensão e amor. Porque quando o conseguimos fazer, os milagres de que andamos todos à procura acontecem. Só mesmo assim.
 
Artigo publicado na Revista Mais
 
 

04/03/16

Os últimos meses

Depois dos meus três dias de escola, como Mediadora, continuo em viagem pelo país. Este ano tem trazido ações mais longas (sobretudo oficinas de formação), logo mais viagens aos mesmos sítios. Pelo meio vou tendo umas ações pontuais, que me ajudam a sair da rotina e que me levam a conhecer novas pessoas e paisagens. Os últimos meses têm sido assim...



 
Oficina "Liderança Positiva e Coaching na Escola" - Colmeias
 
 
 
 
Sessão sobre "Parentalidade Positiva" (para pais) - Arouca



 
Oficina "Liderança Positiva e Coaching na Escola" - Porto de Mós
[passar na Batalha e parar no Mosteiro ajuda a recuperar energia]
 
 

 
Módulo "Comunicação em Cuidados Paliativos"  (com médicos e enfermeiros) - Viseu
 



Ação "Liderança e Motivação na Escola" (para Diretores de Escolas) - Barragem de Castelo de Bode
 



Ação "Liderança e Motivação na Escola" (para Diretores de Escolas) - Barragem de Castelo de Bode



 
Oficina "Liderança Positiva e Coaching na Escola" - Carreira
 
 
 
Curso "Mediação de Conflitos em Contexto Escolar: Propostas de Prevenção" - Tomar

12/01/16

Sobre a paz na escola...


Parece uma utopia falar de paz na escola. Na verdade, às vezes sinto-me como um extraterrestre a defender que a escola é, deve e pode ser um lugar de paz. Não de paz no sentido que muitas vezes se entende, como sendo a ausência de conflito (um dos primeiros passos para a paz é aceitar o conflito e aprender a lidar com ele de forma pedagógica), mas no sentido do respeito por si e pelos outros. Não sou ingénua, sei bem o mundo em que vivo. Conheço a escola por dentro. Conheço os jogos e as séries que os miúdos (e os adultos…) devoram. Vejo e leio as notícias. Vivo. Todos os dias lido com situações duras, dramáticas, difíceis. Situações para as quais nem eu nem ninguém tem resposta. E, ainda assim, sei que a paz é o caminho. Todas as situações de violência com que lido têm como uma das raízes a violência do contexto em que as crianças e jovens cresceram. E falo aqui de diferentes tipos de violência, desde a física à psicológica, passando pela verbal, entre outras. Porque a violência nem sempre é visível ou “tipificada”, aliás, ela é cada vez mais, em minha opinião, abrangente, camuflada, disfarçada, escondida atrás de outros nomes. Não sei se existe mais do que no passado. Mas sei que existe muito mais do que pensamos. Que há novas formas de violência. Que é preciso estarmos muito atentos. Agir. Sei que andamos muito apáticos, acomodados e resignados. E é precisamente nestes tempos que a violência cresce, mesmo debaixo dos nossos olhos. É quando pensamos que “não há nada a fazer”, “não vale a pena”, “dá muito trabalho” ou frases que vou ouvindo com muita frequência. Demasiada frequência.
Estamos num mês especial. No primeiro mês do ano, que começa precisamente com o “Dia Mundial da Paz”, assinala-se também a 30 de janeiro o “Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas”. O dia foi instituído em 1964 com o objetivo de alertar alunos, pais, professores e toda a sociedade para valores como o respeito, a cooperação, a solidariedade, a não-violência e a paz. Urge promover a paz na escola. Na sociedade. Se uma data for o pretexto para o fazer, façamos então. É preciso falar sobre paz, ensiná-la, mas é preciso, sobretudo, construi-la. Diariamente. Não é utopia dizer que a paz se constrói com e nos pequenos gestos de cada dia. Curiosamente, no dia em que escrevo comemora-se também o “Dia Internacional do Obrigado”. Porque não começar por aqui? Agradecer mais. Agradecer as pequenas coisas que nos acontecem todos os dias e que muitas vezes não vemos, “abafadas” por aquelas de que nos queixamos. Talvez uma das maiores mudanças de que a escola precise seja reaprender a importância de gestos e palavras simples: é aqui que pode começar a paz.

Artigo publicado no ComRegras
 
 

31/12/15

Para celebrar

Ainda não tinha ficado aqui nenhum registo destes dias. Na pressa de me entregar por inteiro aos meus, nem passei por aqui para desejar um bom Natal (imperdoável!). A verdade é que tenho aproveitado estes dias para descansar e para viver intensamente cada um dos momentos em família, que são tão preciosos. Mas há coisas tão boas que devem ser partilhadas e é essa partilha que deixo em jeito de votos para um novo ano feliz, cheio de motivos para apreciar e para celebrar as (pequenas grandes) coisas boas da vida...
Os rituais de Natal: o azevinho e as "bagas vermelhas".
Encontrar poesia na rua.
Contemplar o mar na Boca do Inferno.
Admirar azulejos.
Regressar ao Porto e às lojinhas onde me deixo sempre encantar.
Beber um copo de vinho e agradecer as bênçãos de 2015 (apesar de um ano tão duro, ao chegar aos últimos dias não consigo deixar de agradecer).
Trazer sempre comigo as árvores na despedida. E o cinzento. E a vontade de voltar.
 
Celebremos 2016!
[sempre com fé, esperança e um sorriso]
 











09/12/15

Quem corre por gosto...

...também se cansa! Eu entendo o provérbio que diz o contrário, às vezes uso-o e usam-no também para falarem de mim. Mas a verdade é só uma: mesmo com muito amor ao que faço, também me canso. Sobretudo dos muitos quilómetros que vou acumulando. Não é fácil. Mentiria se dissesse que sim. Ou que nunca penso em desistir. Penso. Mas sei que o espírito de aventura e de missão e o amor ao que faço, como faço, superam tudo. E, na verdade, eu gosto...
 
Gosto das viagens solitárias ou em que mato saudades das amigas, em longas conversas.
Gosto das paisagens, sempre encantadoras.
Gosto de parar para ver o mundo e de demorar o meu olhar em coisas belas.
Gosto de descobrir atalhos, de me perder, de me pôr à prova.
Gosto de pedir ajuda, porque não há melhor GPS do que as pessoas da terra.
Gosto de regressar aos mesmo sítios e de conhecer outros pela primeira vez.
Gosto de conhecer sempre alguém de novo e de fazer novas amizades.
Gosto de vir a pensar nas perguntas que um grupo novo fez.
Gosto de saber que me supero em cada nova viagem. E que é (vai ser) sempre diferente.
E eu gosto muito, mas mesmo muito da diferença.
 
«O fim da viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.»
 
(José Saramago)
 
Os últimos meses têm sido assim...
 



Workshop "Mudar hábitos de vida: é assim tão complicado?" (com Enf.ª Ana Matilde Cabral) - Arronches



 
Oficina "Liderança Positiva e Coaching na Escola" - Porto de Mós




Curso "Quem sai aos seus..." - EAPN Vila Real


 
 
Oficina "Liderança Positiva e Coaching na Escola" - Carreira, Leiria
 
 
 
 
Workshop "Emoções à flor da pele" - EAPN Coimbra




 
Workshop "Emoções à flor da pele" - EAPN Coimbra




 Workshop "Mudar hábitos de vida: é assim tão complicado?" (com Enf.ª Ana Matilde Cabral) - Arronches
 



Workshop "Coaching na Educação: Motivação e Liderança" - Matosinhos


Workshop para Enfermeiros "Coaching na Doença Crónica" (com Enf.ª Ana Matilde Cabral)


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26/11/15

Para abrir o apetite...




...partilho esta fotografia do meu Instagram. As nossas panquecas dos domingos de manhã. O sol à (nossa) mesa. Daquelas coisas simples da vida, que é uma bênção poder desfrutar. São estas pequenas coisas, as histórias dos meus dias na escola e o meu olhar sobre o mundo que podem acompanhar, sobretudo no Facebook. Fica o convite para me acompanharem por lá!


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